Qual a melhor orientação de marketing para minha empresa seguir?

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Se eu te dissesse que a orientação de marketing da sua empresa não está adequada à competitividade de ponta do seu mercado, você saberia do que é que estou falando?

Nesse blog post eu vou te explicar tudo sobre como sua empresa pode potencializar os seus resultados de vendas e lucratividade, simplesmente mudando sua orientação de marketing, ou seja, migrando seu foco para onde realmente importa! 

Então, leia esse conteúdo até o final, e se você gosta mesmo do assunto, já clica aqui em cima e compartilha ele com a sua rede, beleza?!

 

As 5 Orientações de Marketing

Os especialistas acadêmicos de “marketing” têm procurado identificar padrões para facilitar o entendimento e permitir que exista uma evolução desta matéria, desta forma, quando olhamos para a história do mercado e dos negócios, conseguimos identificar diversas estratégias utilizadas pelas empresas e comparar com as utilizadas ainda hoje, tirando assim, importantes lições.

Orientação de marketing é a escolha que um empresário ou uma direção faz, sobre onde canalizar a maior quantidade de energia em uma empresa. É a alma do negócio, ou onde a cadeia de comando acredite estar o grande diferencial, o potencializador de negócios daquela empresa.

 

Orientação para a Produção

Quando Henry Ford despontou com sua indústria toda organizada, em linha e produzindo inicialmente o seu tão famoso Ford T, baseado nas ideias de Frederick Taylor, mal sabia ele que um dia suas “loucuras” seriam base de estudo em todo o mundo.

Com a especialização dos funcionários em pequenos movimentos e atividades, para alimentar uma esteira de processos que ia se complementando, do início ao fim da montagem, Henry Ford provou ao mundo que uma indústria poderia aumentar sua competitividade e lucratividade se conseguisse reduzir custos, eliminando desperdícios e combatendo a perda de tempo dos setups de processos habituais de outras indústrias.

Como um esforço pessoal para a popularizar o uso dos automóveis, que até então, era uma exclusividade das classes americanas mais altas, Ford enxugou todos os seus processos, e inclusive, instituiu a cor preta como única a ser fabricada, pois a mesma era a mais barata. 

Com isso, muitas empresas passaram a carregar essa premissa de dar total atenção aos processos produtivos, como principal meio de se diferenciar de seus concorrentes, produzindo mais em menos tempo, com menos recursos e competindo quase sempre por preço ou por algum diferencial do produto, que é a nossa próxima orientação a ser estudada.

Orientação para o Produto

Vou seguir a história de Ford, para termos uma linha de raciocínio lógica mais fácil de se assimilar, ok?! Por favor, compreendam que não estou querendo dizer que toda a história dos negócios se limita somente a isso, apenas vou utilizar como referência.

Estava lá o senhor Ford, feliz da vida com seus Fords T pretos, quando um grupo de pessoas, começou a insistir com ele para que criasse variações de cores em sua produção.

Sutil como um pneu de trator sobre uma plantação de morangos, Henri Ford disse a célebre frase: “O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto.” 

Ou seja, enquanto sua mente estava focada apenas na produção, o mercado já sinalizava que precisava de produtos diferentes para satisfazer a sede dos consumidores.

E só depois de começar a perder mercado para algumas empresas concorrentes, foi que o Ford A foi lançado, com ele a tal solicitada opção de cores voltou ao cenário, junto com diversas melhorias em relação ao motor e a estrutura do Ford T.

Essa alusão podemos fazer também hoje ao mercado de smartphones, que briga a cada lançamento de um novo modelo, pela preferência dos consumidores. O foco destas empresas está sempre em uma ou duas inovações que puxam todo o mercado para cima.

Orientação para as Vendas 

Quantas empresas você conhece que tentam empurrar produtos nos seus clientes mesmo que eles não precisem, sem nenhum tipo de escrúpulo ou empatia?

Pois é, quando as empresas perceberam que os clientes estavam ganhando poder de barganha nas negociações, pelo fato de sempre ter outras boas opções além da sua, as estratégias comerciais mais agressivas passaram a ganhar espaço.

Investimentos altos em publicidade passaram a ser realizados, treinamentos avançados de negociação, fechamento de vendas, entre outros. Tanto que, desse grupo de empresas surgiram diversas que se  especializaram em vender sem ter produto algum, como assessorias, distribuidoras, consultorias, entre outras.

Hoje na internet, nosso trabalho como profissionais de marketing digital, mesmo utilizando recursos e estratégias que alavanquem nossas vendas, é ajudar as pessoas a comprarem de nós, e isso quebra algumas premissas básicas da orientação às vendas, e que vamos conversar a seguir. 

Enquanto as empresas orientadas à produção sofriam por ficar sem capital de giro por investir tanto em máquinas caras e em matéria-prima, para produzir primeiro para vender depois, o “foco nas vendas” se apresentou como uma forma interessante para tratar a questão dos problemas de caixa, habituais de qualquer gestão, pois com vendas o dinheiro entra, e se temos problemas, como é melhor encará-los, com ou sem dinheiro?

Assim, muitas vertentes da administração defenderam durante muito tempo que esta seria a orientação mais adequada. Embora, infelizmente, este posicionamento faça com que muitos empresários acreditem que é melhor perder o cliente, desde que não se perca uma venda.  

Mas, claro, tudo tem dois lados, nos mercados de consumo rápido por exemplo, vale sim investir em vendas e apostar no giro mais rápido das mercadorias. Entretanto, bom senso é um remédio sem contraindicações e deve ser usado sempre.

 

Orientação para o marketing  

Uma empresa orientada para o marketing, vive atenta aos movimentos do seu mercado. Em uma batalha estratégica de posicionamento, onde cada agente busca conquistar seu espaço na preferência dos seus consumidores, é importantíssimo ficar de olho para saber como agir, quando alguma nova solução surge, podendo concorrer diretamente, indiretamente ou ainda substituir o seu produto ou serviço, tornando-o desnecessário para os seus clientes.

Para este tipo de orientação, o centro do trabalho é o cliente. Tudo é feito pensado em satisfazer suas necessidades ou desejos, reunindo benefícios que elevem sua percepção de satisfação para que o mesmo se fidelize a uma marca.

Hoje, o Inbound Marketing traz essa premissa. A distribuição de conteúdo verdadeiramente útil, ajuda as pessoas a compreenderem a origem de um determinado problema, e apontam soluções de forma a respeitar o tempo de cada um.

E foi desta forma que as estratégias de SEO ganharam tamanho espaço, dentro do marketing digital. Fazer com que o seu site e seus conteúdos sejam encontrados por pessoas que precisem deles, no momento certo, independentemente do estágio onde o cliente se encontre na jornada de compras do seu produto, potencializa demais o alcance da marca. 

Hoje, é comum que empresas busquem por consultoria SEO e se tornou impossível pensar em marketing digital sem o uso das técnicas de otimização de sites, pois as redes sociais se tornaram verdadeiras plataformas de marketing, onde sem investimentos chega a ser impossível fazer uma marca crescer. Desta forma, trabalhar na produção, publicação e propagação de conteúdos em sites, blogs e mídias de conteúdo específico, como o Youtube no caso dos vídeos, é vital para a construção de uma estrutura que se sustente a longo prazo.

Entre os prós, podemos dizer que esta orientação alinha todas as demais atividades da empresa, seguindo uma relação de prioridades de acordo com o momento, produção, produto e vendas passam a responder de forma mais estratégica, enquanto a administração e o marketing acompanham os acontecimentos do mercado para prever possíveis cenários, reagindo ou antecipando decisões, mediante qualquer fator que possa intervir nos negócios.

Nos contras, o que mais se destaca são os problemas sociais, a desigualdade, e o impacto ambiental causado pelo uso desmedido dos recursos do planeta. Quando a competição coloca todos os players em condição de individualidade, ou seja, no velho cada um por si, a grande maioria não toma por hábito o uso do bom senso, e assim, as prioridades econômicas se sobrepõem até mesmo às questões humanitárias. Vide a situação atual.

Orientação para o Marketing Holístico/Societal

Aqui é importante diferenciar o que é marketing societal e o que é marketing social. Tratamos como marketing social as empresas de terceiro setor, como ongs e outras entidades filantrópicas. Enquanto por societal é conhecida a atividade que visa lucratividade, mas considera questões sociais e ambientais como prioridade, antes do benefício próprio.

Assim podemos relacionar as produções orgânicas de alimentos, os manejos conscientes de recursos ambientais, e diversas iniciativas que distribuem renda e avançam na inclusão social e cultural como exemplos dessa orientação.

O marketing societal visa a sustentabilidade das ações, o bem-estar social, possíveis desequilíbrios ou impactos ambientais, entre outras questões que priorizem o todo antes do indivíduo.

Por isso eu acredito tanto no poder do Marketing de Conteúdo, pois ao mesmo tempo que ele educa, ele se retroalimenta com a interação e o nível de maturidade que o seu público vai atingindo. E com estratégias de Inbound Marketing sendo aplicadas, além de atrair e se relacionar, é possível gerir melhor a eficácia das estratégias, quantificando a busca por leads e qualificando as conversões destes leads, estreitando o entendimento e a expectativa das relações comerciais.  

E claro, não sejamos hipócritas, o próprio ser humano é corruptível por natureza (e não, isso não é uma opinião, infelizmente é um fato), mas é possível que com o avançar da educação, do conhecimento, do respeito interpessoal, aconteça uma evolução das leis e dos sistemas de convivência social, para que possamos chegar a um modo de vida que nos estimule a pensar mais no próximo e no todo, para que futuramente haja mais equilíbrio no consumo, na produção e na distribuição de bens.

 

Conclusão

Conhecendo as 5 orientações de marketing, conseguimos avaliar melhor como nós tomamos as decisões em nossas empresas. Qual é, e qual deveria ser a prioridade que nos faz escolher, decidir e agir, ao criar nossas estratégias comerciais, para o alcance de nossos objetivos.

Resumindo nosso conteúdo vimos que quem pode sair na frente produzindo mais, ganhou pela quantidade – Orientação para a produção; quem pode qualificar melhor seus produtos, agregou valor percebido e pode praticar preços melhores – Orientação para o produto; quem investiu mais em publicidade, vendas e distribuição, vendeu mais porque se colocou mais frente a frente com os consumidores – Orientação para as vendas; quem colocou seu cliente em primeiro lugar, ganhou sua preferência e criou relações mais duradouras – Orientação ao Marketing;

E, talvez nossos netos vejam isso: Há de chegar o dia, quando antes de praticar qualquer ação em busca de benefício para si próprio, nós humanos iremos considerar todo um apanhado de questões éticas, sociais e ambientais, para só então darmos os primeiros passos – Orientação Holística/Societal. 

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